Briguinha no Twitter é o que há
Conferir e mandar links é legal. Conversar com amigos, vários ao mesmo tempo, é bacana. Ficar sabendo que quem você segue acabou de comprar um Macbook ou que está tomando a 27ª xícara do café não tem graça nenhuma nem muda minha vida pra melhor. O Twitter, febre da internet pós-orkut, permite saber dessas coisas todas e outras mais. Tornou-se popular e por isso mesmo tem um monte de famoso por lá, aproveitando mais essa ferramenta do cyberepaço pra aparecer. E, claro, aí estão a utilidade e recreação maiores do microblog: briguinhas decorrentes dele têm feito meus dias mais felizes.
Uma delas aconteceu quando o Luciano Huck começou a promover o Twitter dele. Tinha promoção pra quem seguisse o apresentador e tudo ia bem até que o Marcelo Tas passou a desdenhar o cara, dizendo que achava uma palhaçada distribuir prêmios pra alavancar o número de seguidores. Deve ter ficado puto, porque perdeu o primeiro lugar de seguidores no Brasil pro Huck, e deve ter ficado com medo de perder o patrocínio da Telefônica que possui. E que não divide com ninguém.
Também foi bem divertido quando o Nelsinho Piquet desmentiu o Galvão Bueno pelo serviço de microblog, afirmando não ter sido demitido. Mais pessoas deviam fazer isso contra o Galvão, seja no Twitter, na tevê ou nos estádios. Desfecho desse episódio, também foi divertido quando o Nelsinho foi de fato demitido tempos depois.
Por falar em Fórmula 1, rolou um bafafá entre o Repórter Vesgo e o Rubinho Barrichelo. O primeiro fez uma piada, perguntando “Se vocês digitarem ”twitter” no Google, imaginem quem chega em segundo?”. O Rubinho não deixou barato e alfinetou, afirmando que o Vesgo deveria preferir ser um “humorista meia boca” a vice-campeão da F-1. O automobilismo deve pagar bem, mas, sinceramente, eu prefiro fazer piada a ser piada.
Outro cara do CQC metido em confusão foi o Danilo Gentili. No Twitter, fez uma piada envolvendo o King Kong e loiras, foi acusado de racismo e saiu atirando contra o “politicamente correto” e até contra o Hélio de La Peña, que tinha tentado amenizar a situação. Mas piada, piada mesmo foram as explicações dele, que só conseguiram piorar a coisa: “Alguém pode me dar uma explicação razoável por que posso chamar gay de veado, gordo de baleia, branco de lagartixa, mas nunca um negro de macaco?” Ora, poder chamar, pode. Mas se um “veado”, uma “baleia” ou uma “lagartixa” quiserem te processar, também podem.
E tem gente que diz que não dá pra dizer nada em 140 caracteres...





